 |
|
|
DE SÃO PAULO DE NOVA YORK  A chinesa JAC nacionalizou todos os seus veículos que estavam na alfândega uma semana antes do governo brasileiro anunciar o aumento do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para carros importados, informam Venceslau Borlina Filho, Cirilo Júnior e Álvaro Fagundes na edição desta quarta-feira da Folha. A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha). IPI maior para carro importado pode frear investimento chinêsMudança no IPI pode beneficiar produção de carros no MéxicoMontadoras não descartam aumento no preço de carros nacionaisSaiba quais importados serão sobretaxados O presidente da empresa no Brasil, Sérgio Habib, negou que tomou a decisão baseado em informações privilegiadas do governo, mas afirmou que esperava uma alteração no imposto. No mercado, a medida da JAC foi tida como estratégica para driblar o aumento do IPI. Assim como ela, outras empresas também se armaram contra a decisão do governo. A KIA, segundo o presidente José Luiz Gandini, recebeu seis navios seguidos de veículos vindos da Coreia do Sul. Ele negou que a importação tenha sido feita com base em informações de que o governo aumentaria o imposto. Ontem, a chinesa Chery informou por meio de um comunicado que está "concentrando todos os esforços para continuar oferecendo carros completos com preços justos, qualidade e tecnologia a todos os brasileiros". | | Editoria de Arte/Folhapress | |  |
Leia mais na edição da Folha fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/978358-jac-nacionalizou-os-carros-na-alfandega-antes-de-alta-do-ipi.shtml
Escrito por sekminato às 08h48
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
DE SÃO PAULO  O volume de dinheiro que multinacionais brasileiras trouxeram do exterior para o país entre janeiro e julho deste ano atingiu o recorde de US$ 21,7 bilhões, informa reportagem de Érica Fraga para a Folha. A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha). A quantia equivale a quase o dobro do valor investido por essas empresas fora do país no mesmo período (US$ 11,2 bilhões). Essas cifras são registradas no balanço de pagamentos (que contabiliza transações do país com o resto do mundo) sob a categoria de investimento brasileiro no exterior. Mas o movimento de entrada de recursos muito superior ao de saída por meio dessa conta é incomum. "Normalmente, é de se esperar que as quantias mais significativas sejam relacionadas a investimentos feitos pelas multinacionais brasileiras fora", afirma Silvio Campos Neto, economista da consultoria Tendências. Os recursos que multinacionais brasileiras estão trazendo do exterior têm entrado no país principalmente com dois tipos de carimbo, que representam subdivisões da conta de investimento brasileiro no exterior. O maior fluxo (US$14,3 bilhões nos primeiros sete meses do ano) representa quitação de dívidas que filiais tinham com suas matrizes brasileiras no passado. | | Editoria de Arte/Folhapress | |  |
Leia mais na edição da Folha desta quarta-feira, que já está nas bancas. fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/978353-multis-brasileiras-trazem-ao-pais-soma-recorde-do-exterior.shtml
Escrito por sekminato às 08h48
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
A polícia também investiga o iraniano Farhad Marvizi, acusado de tentar matar um auditor fiscal, que investigava essa máfia de contrabando.> A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (20) de madrugada a operação Canal Vermelho II, contra o contrabando de eletrodomésticos e eletrônicos. São cinco mandados de prisão e 31 de busca e apreensão em cinco estados do Brasil. Vários galpões em cinco estados do Brasil, basicamente, com televisores. A operação é importante pois esse material chegava do Paraguai usando aeronaves. A Polícia Federal também investiga o iraniano Farhad Marvizi, acusado de tentar matar um auditor fiscal, em 2008, que investigava justamente essa máfia de contrabando que atuava em cinco estados do país. O combate ao contrabando é mais difícil depois que eles estão instalados nos galpões, que tem a fachada de comércio legal. Um dos alvos nesta terça da polícia é a Galeria Pagé em São Paulo, que recebia esses televisores e computadores fonte: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2011/09/operacao-da-pf-combate-comercio-ilegal-de-eletronicos-em-cinco-estados.html
Escrito por sekminato às 08h48
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
É a cidadania das abençoadas vassouras’, afirma Alexandre Garcia Colunista fala sobre o protesto contra a corrupção que reuniu 2,5 mil pessoas no Centro do Rio. 'Pode ser pouca gente, mas vai ter mais', diz.Um protesto reuniu 2,5 mil pessoas na noite de terça-feira (20) na Cinelândia, Centro do Rio de Janeiro. Este é o segundo protesto contra a corrupção só este mês. É a cobrança do eleitor nas ruas. Ao todo, 2,5 mil pessoas parece pouco para o tamanho da corrupção. Nos números oficiais , claro que está bem aquém da realidade. São R$ 6.890 bilhões desviados desde 2002 até junho último, segundo a Controladoria Geral da União (CGU). Parece pouca gente, certamente bem menos que as que desfrutavam das areias de Copacabana, Ipanema e Leblon. Agora não se pode imaginar que mais contribuintes não foram à Cinelândia porque concordam que seus impostos sejam desviados para uso pessoal dos corruptos. Afinal, até agora, os brasileiros pagaram R$ 1.030 trilhão em impostos municipais, estaduais e federais. E querem mais impostos: aumentaram o IPI de automóveis e muita gente fala em ressuscitar a famigerada CPMF. No entanto, os desvios da saúde, segundo a CGU, já são mais de dois bilhões e 200 milhões desde 2002. Roubam no passado e no presente e agora ainda roubam o futuro: saiu ontem ordem de prisão para o prefeito de Traipu (AL), para a mulher dele, dois secretários municipais, um ex-secretário e três guarda-costas do prefeito por desvio de R$ 8,2 milhões para a educação básica, transporte escolar e professores. Crime hediondo de lesa-futuro. É contra isso que estão as vassouras fincadas na Praia de Copacabana e empunhadas na Cinelândia. Vassouras verde-amarelas suprapartidárias, sem mobilização sindical e com a ideologia da cidadania. Gente de todas as idades. Pode ser pouca gente em um dia útil, mas vai ter mais. Na capital, onde 40 mil já se manifestaram no 7 de setembro, já estão convocando para a Esplanada dos Ministérios no feriado de 12 de outubro, sob as bênçãos da padroeira do Brasil, pelo voto aberto e ficha limpa para ministro. É a cidadania das abençoadas vassouras contra a corrupção fonte: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2011/09/e-cidadania-das-abencoadas-vassouras-afirma-alexandre-garcia.html
Escrito por sekminato às 08h47
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Se o consumidor não receber uma conta a vencer, a orientação do Procon é que ele procure a empresa e negocie outras formas de pagamento.> A greve dos Correios completa nesta terça-feira (20) uma semana e tem muita gente preocupada. Quem tem contas a pagar faz o que se não receber os boletos a tempo? Se o consumidor não receber uma conta a vencer, a orientação do Procon é que ele procure a empresa e negocie outras formas de pagamento, como, por exemplo, conseguir uma segunda via pela internet ou então pedir que essa mesma conta seja enviada por fax ou e-mail. Há ainda possibilidade de depósito bancário, mas o importante mesmo é que o pagamento deve ser dentro do prazo de vencimento. De acordo com o Procon, o consumidor não está livre de multas e juros. Nas compras feitas pela internet, o prazo de entrega precisa ser respeitado pela empresa. Se houver atraso, o consumidor pode pedir ajuda do órgão de defesa ao consumidor. Confira aqui os endereços de unidades do Procon em todo o país.fonte: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2011/09/greve-dos-correios-completa-uma-semana-saiba-como-pagar-contas.html
Escrito por sekminato às 08h47
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Ginástica ao lado do chefe ou dos colegas de trabalho pode render muito mais que músculos. Segundo especialistas, aumenta a produtividade.> Praticar esporte pode ajudar a conseguir um aumento de salário ou uma promoção. Três empresas incentivam a prática de esportes e de exercícios físicos entre os funcionários, cada uma do seu jeito. Academia de ginástica ou sede de um grande banco? Resposta: as duas respostas anteriores. O espaço é terceirizado, administrado por uma rede de academias de São Paulo, e fica na sede do banco. Os funcionários pagam de mensalidade menos da metade do cobrado em outras unidades da academia fora da sede do banco. Maria Fernanda Campos, que é analista de RH, não abre mão de treinar todos os dias. “Eu trabalho motivada, que eu pego as energias antes, de manhã, treinando, e vou trabalhar com aquele pique total”, conta. “A gente acredita que isso melhora a qualidade de vida. Consequentemente é menos gente faltando e menos gente gastando com assistência médica, trabalhando melhor, mais feliz e produzindo mais para gente”, avalia Sérgio Fajerman, diretor de remuneração e benefícios. Quem disse que não dá para pular ao lado dos chefes no trabalho? Dá, sim. Em uma empresa, os funcionários têm à disposição um clube com quadra poliesportiva e uma academia bem montada. Fica tudo no mesmo espaço, entre a linha de produção e toda a parte administrativa. Luís Rogério Ribeiro é analista de logística e frequenta o clube da empresa de segunda a sexta, sempre depois do expediente. “Muitas vezes, antes de ter o recurso na empresa, eu tentei fazer algumas atividades, mas você acaba desistindo pelas dificuldades. Aqui dentro é muito mais fácil, porque está aqui. Eu saio do trabalho e já estou direto no clube. Eu posso fazer atividade e está sempre beneficiando da saúde e também para o pique no dia a dia do trabalho”, comenta. Cada funcionário paga R$ 42 por mês para usar o clube. “Nunca tinha ido a uma academia. Para mim, foi a oportunidade: um clube dentro da própria empresa. Não tinha como eu não fazer mais. Era uma questão de saúde mesmo”, disse a analista Marina Oliveira. “A produtividade aumenta, as pessoas se sentem mais leves e mais soltas e elas se relacionam melhor. A prática de exercícios físicos, além de trazer os benefícios físicos, ela ainda traz essa parte de relacionamento e de interação que ajuda no clima da empresa”, avalia a gerente de recursos humanos (RH), Wanda Csorgo. Se falta espaço na empresa, que tal se exercitar em locais públicos, ao ar livre? Um grupo se alongando na Praia da Barra, no Rio de Janeiro, é formado por funcionários de uma empresa da área de saúde, que criou o projeto para incentivar a prática de esportes. Eles não pagam nada e todos os dias se reúnem para fazer caminhadas e correr. “O pessoal tem essa beleza natural da orla da praia, da Lagoa Rodrigo de Freitas, e isso motiva muito mais”, destaca Bruno Oliveira, professor de educação física. “Emagreci e perdi 11 quilos. Eu me sinto muito bem melhor, mais bem disposto no trabalho, com mais força e mais aptidão”, comemora o analista financeiro Antônio Carlos de Macedo fonte: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2011/09/empresas-investem-em-praticas-esportivas-para-motivar-funcionarios.html
Escrito por sekminato às 08h47
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Moeda atingiu maior cotação desde julho de 2010. Quem fez compras no cartão de crédito no exterior ficou com uma dívida bem mais alta.> Quem tem previsão de contas em alta são aqueles brasileiros que viajaram para o exterior, gastaram no cartão de crédito e agora, com o dólar em alta, estão pensando o que fazer. Está tudo mais caro. Os planos de compra daquela máquina fotográfica novinha vão ficar para depois. Os produtos importados, vendidos nos mercados brasileiros, também vão pesar mais na conta. Já quem comprou com antecedência o pacote de fim de viagem do fim de ano agora está sorrindo satisfeito. Em menos de duas semanas, uma viagem para Nova York, por exemplo, ficou quase R$ 1 mil mais cara. Os destinos preferidos dos brasileiros ficaram um pouquinho mais caros. Sete noites em Nova York para duas pessoas, com dólar turismo a R$ 1,91 saem por R$ 9.164 – R$ 863 a mais do que 15 dias atrás. A taxa de câmbio, que fechou a R$ 1,78 na segunda-feira (19), começa a mudar o comportamento de quem quer viajar para fora do país. “Não houve diminuição pelo desinteresse por viagens internacionais. A procura continua a mesma. Apenas há um estado de espera para efetuar o pagamento final da viagem”, apontou Jacqueline Dallal Mikahil, proprietária da agência de turismo. Ainda que o dólar continue a subir, não deve estragar o fim de ano das agências. Mais da metade da temporada de réveillon já está fechada. Bom para quem se programou com antecedência e que fechou pacote ainda com o dólar baixo. Mas se a moeda americana continuar em alta, o turista brasileiro terá de traçar uma estratégia com o dinheiro que vai gastar lá fora. A dica é comprar um pouco de dólares por mês. Se a viagem está marcada para janeiro, por exemplo, o ideal é comprar um terço do valor em outubro, um terço em novembro e um terço em dezembro. “Você faz o que a gente chama de preço médio. É uma maneira de se proteger um pouco”, afirma o economista Paulo Gala, da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP). O economista diz ainda que é arriscado fazer compras em dólar no cartão de crédito em períodos de sobe e desce da moeda. “O impacto é imediato. A conta de cartão de crédito que você gastou no exterior ou uma passagem que você está comprando, enfim, isso tudo já aparece imediatamente”, alerta Paulo Gala. Entre computador, câmera, óculos e perfume, as compras feitas em Miami foram pagas com cartão de crédito. “Vai ser bem dolorida essa fatura”, disse uma paulistana. Um casal viajou em lua de mel, mas da data do casamento à data da fatura do cartão, o dólar comercial saltou de R$ 1,60 para R$ 1,78. “Um pouco eu esperava que subisse, mas não tanto como subiu. Acabou subindo muito. Vai dar uma diferença de 10% do que eu estava contando que ia subir. Pegou a gente de calça curta um pouco”, lamentou o piloto de avião Moisés Chammas. Se alguém vai viajar para o exterior, evite fazer compras no cartão de crédito, já que o preço do dólar está muito instável. A melhor opção, segundo economistas, é usar um cartão de débito, já carregado previamente com um valor em dólares. fonte: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2011/09/brasileiros-sentem-efeitos-da-alta-do-dolar-na-fatura-do-cartao-de-credito.html
Escrito por sekminato às 08h46
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
O paciente pode recorrer à ANS ou à Justiça para receber o tratamento considerado pelo médico como o mais adequado.Está no contrato: cobertura contra todo tipo de doença. Mas quando se precisa do plano de saúde, ele nega o exame ou o tratamento. Quem se sentir prejudicado deve denunciar para a Agência Nacional de Saúde ( ANS) e também para a Justiça. De acordo com advogados especializados, as operadoras são obrigadas a cobrir o tratamento de todo tipo de doença, mesmo que tenham feito restrições no contrato. Receber a notícia de uma doença grave é muito difícil. “O desespero toma conta. Essa situação faz entrar em ‘parafuso’”, comentou o aposentado Reginaldo Olbi. O pior é ainda ter de cuidar da saúde sem a ajuda do plano pago durante anos. “Diziam que não tinha cobertura, simplesmente, negavam o tratamento”, contou o aposentado. O tratamento era para cuidar de um câncer no pâncreas, que Seu Reginaldo descobriu depois de fazer uma ressonância em uma clínica particular. O aposentado conta que a operadora negou o exame e o tratamento, apesar de tudo estar previsto no contrato. “A sensação é quando é roubado ou assaltado”, disse. Os advogados dizem que é muito comum os planos de saúde questionarem a conduta dos médicos com relação ao tratamento. O profissional pode sugerir uma técnica que o plano não cobre. Aí começa a briga entre paciente e operadora. “Todas as doenças têm cobertura obrigatória. O que acontece é a restrição com relação aos tratamentos dos pacientes”, afirma a advogada especializada em planos de saúde, Renata Vilhena Silva. O paciente pode recorrer à Justiça para receber o tratamento considerado pelo médico como o mais adequado. “O índice de êxito é muito grande, perto dos 100%. Desde que tenha tudo provado, fundamentado e documentado, basta provar a relação contratual, o pagamento do plano da saúde, as mensalidades e levar esse questionamento para o juiz analisar”, acrescenta a advogada Renata Vilhena Silva. É importante levar o caso ao conhecimento da Agência Nacional de Saúde (ANS). “O paciente não pode ser impedido de receber o atendimento. A operadora entra no mercado e sabe os riscos desse negócio. Quando ela contrata os beneficiários, ela coloca seu plano à disposição para venda. Ela tem de honrar os compromissos assumidos. Se não honrar, vai sofrer as consequências, que são as punições previstas na nossa resolução normativa n° 124, que pode culminar até com a extinção daquela operadora”, alerta o assessor da Direção de fiscalização da ANS, Luiz Fernando Pontes. Depois de três meses ouvindo ‘não’ do plano de saúde, o aposentado Reginaldo Olbi foi à Justiça. Em dois dias, conseguiu uma liminar que obriga a operadora a arcar com todos os custos do tratamento. “Tudo que eu fiz antes de obter a liminar eu tive de arcar. O convênio não pagou um centavo”, lamenta. A Amil, responsável pelo plano de saúde do aposentado, informou em nota que não comenta casos de ação judicial em andamento. A ANS informou que, se a cobertura estiver prevista em lei e ainda assim a operadora continuar se negando a cobrir o procedimento, ela pode levar multa de até R$ 80 mil, chegando a R$ 100 mil, se o caso for de urgência e emergência. Plano de saúde costumava ser uma solução, mas cada vez mais está virando um problema. fonte: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2011/09/medico-pediu-exame-mas-o-plano-nao-aprovou-saiba-o-que-fazer.html
Escrito por sekminato às 08h55
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Votação final de regras para aplicação de recursos na saúde será na quarta. Deputados devem rejeitar novo imposto. Matéria seguirá para o Senado.Sandro Lima e Nathalia Passarinho Do G1, em Brasília Líderes do governo e da oposição disseram que a votação final, pela Câmara, da proposta que muda a forma de aplicação dos recursos na saúde pública ocorrerá na próxima quarta (21) sem a definição de uma fonte adicional de financiamento para o setor, cobrada pela presidente Dilma Rousseff. Na quarta, os deputados deverão decidir sobre a criação ou rejeição da CSS (Contribuição Social para a Saúde), imposto sobre transações financeiras cuja arrecadação seria destinada à área, de forma semelhante à CPMF, extinta em 2007. Ao G1, líderes do governo e da oposição disseram que o novo tributo deverá ser derrubado na Câmara. Com isso, a decisão sobre o novo imposto, afirmaram, tende a ficar para o Senado. A votação da CSS é o que falta para a aprovação final na Câmara de um projeto de lei que regulamenta a emenda 29, mudança constitucional aprovada em 2000 que define percentuais mínimos de investimento em saúde por União, estados e municípios. O texto-base do projeto já foi aprovado em 2008 pelo plenário da Câmara e prevê critérios para a aplicação dos recursos de modo a evitar o chamado "desvio de finalidade" (gastos feitos em outras áreas e lançados como despesas de saúde como forma de complementar o investimento mínimo exigido pela lei). O texto que será votado na quarta já inclui a criação da CSS, com uma alíquota de 0,1%, introduzida por meio de um substitutivo (texto alternativo) do deputado Pepe Vargas (PT-RS). A votação pendente é de um destaque (exclusão de uma parte do texto para apreciação em separado) apresentado pelo DEM que retira a base de cálculo da CSS. Na prática, a retirada da alíquota inviabiliza a aplicação do imposto. Depois da votação desse destaque, o projeto segue para o Senado. Segundo líderes ouvidos pelo G1, um acordo entre governo e oposição deverá permitir a derrubada da CSS. O líder do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP), disse que a base aliada aceitou votar o destaque. Segundo ele, a criação de uma fonte extra de recursos para a saúde “vai ser uma discussão para depois”. "Vamos votar o destaque e derrubar mais um imposto”, afirmou o líder do DEM, deputado ACM Neto (BA). “A emenda vai ser votada na quarta, com ampla aprovação do plenário, sem a fonte de financiamento ser equacionada. Este é o cenário. A questão do financiamento vai ficar para outro momento”, disse o líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira (SP). AlternativasNo governo e no Congresso, algumas alternativas estão em discussão para se instituir uma nova fonte para financiar a saúde. Entre as propostas, estão a criação de um novo imposto, específico para a saúde; o aumento da tributação de cigarros e bebidas; a legalização do jogo, cujos tributos iriam para a saúde; e a ampliação da parcela destinada à saúde do Dpvat, seguro obrigatório cuja finalidade é financiar a assistência médico-hospitalar de vítimas de acidentes de trânsito. O deputado ACM Neto disse que a oposição aceita discutir uma fonte alternativa, desde que não seja um novo imposto. O líder do PSDB, Duarte Nogueira (SP), diz que o problema não é falta de dinheiro, mas de prioridades. "Criar imposto é uma desculpa para o governo ser mais perdulário”, declarou. O líder do PMDB, deputado Henrique Eduardo Alves (RN), afirmou que, na quarta, o partido vai votar pela rejeição da CSS. “O governo vai saber criar uma alternativa para melhorar a saúde sem criar um novo imposto”, declarou. Entenda a emenda 29A emenda 29, aprovada em 2000, estabelece o investimento mínimo em saúde por União, estados e municípios. Pela regra, estados precisam aplicar 12% do que arrecadam anualmente em impostos. Os municípios precisam investir 15% de sua receita. Já o governo federal precisa investir o montante do ano anterior mais a variação nominal do Produto Interno Bruto (PIB). A proposta de regulamentação em análise mantém essas regras. A inovação do projeto de lei está na definição dos investimentos, para evitar que governadores e prefeitos “maquiem” os gastos em saúde pública. De acordo com o presidente da Frente Parlamentar da Saúde, deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), alguns estados aplicavam, por exemplo, o dinheiro em ações amplas de saneamento básico, sob o pretexto de que o investimento teria efeito sobre a saúde da população. “Há governos locais que destinam o dinheiro a hospitais militares, projetos de saneamento e até a rádios, alegando que o recurso vai para propaganda de ações voltadas à saúde pública. Se acabarmos com o desvio, poderemos recuperar R$ 3 bilhões por ano para o Sistema Único de Saúde”, afirmou o deputado. Com a regulamentação da emenda 29, os recursos só poderão ser utilizados em ações e serviços de “acesso universal” que sejam “compatíveis com os planos de saúde de cada ente da federação” e de “responsabilidade específica do setor saúde, não se aplicando a despesas relacionadas a outras políticas públicas que atuam sobre determinantes sociais e econômicos, ainda que incidentes sobre as condições de saúde da população.” TramitaçãoA proposta de regulamentação da emenda 29 já foi aprovada pelos senadores em maio de 2008, mas, como houve modificação na Câmara, será novamente votada no Senado. Entre as alterações feitas pelos deputados está um artigo que retira os recursos do Fundo de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) da base de cálculo do percentual a ser aplicado em saúde pelos estados e o Distrito Federal. Em entrevistas, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que esse artigo irá retirar R$ 6 bilhões por ano da saúde. “O texto estabelece que os 12% [de aplicação obrigatória] dos estados sejam calculados depois de retirados os 20% do Fundeb [Fundo de Educação Básica]. Então, em vez de ser 12% de 100, será 12% de 80", afirmou o ministro. De acordo com o deputado Darcísio Perondi, o Senado poderá resgatar a proposta aprovada pela Casa em 2008 ou aprovar o texto votado na Câmara no mesmo ano. “Se os senadores mantiverem o texto da Câmara, a presidente Dilma Rousseff ainda poderá vetar o artigo que retira R$ 6 bilhões da saúde”, afirmou. O projeto aprovado no Senado também previa que o percentual mínimo de repasses da União para a saúde seria de 10% da receita corrente bruta. Essa alteração, porém, já foi derrubada na Câmara fonte: http://g1.globo.com/politica/noticia/2011/09/camara-deve-vetar-imposto-sem-criar-nova-fonte-para-financiar-saude.html
Escrito por sekminato às 08h53
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
De acordo com a Nasa, destroços de 150kg podem atingir a América do Sul.A Agência Espacial Americana confirmou nesta sexta-feira (16) que um satélite desativado vai cair em algum lugar na Terra entre quinta-feira e sábado da semana que vem. O satélite UARS, de pesquisas atmosféricas, foi lançado em 1991 com a ajuda do ônibus espacial Discovery. Em 2005, ele parou de funcionar e se juntou a milhares de pedaços de sucata espacial que vagam na órbita terrestre. A maior parte do lixo espacial é formada por pequenas peças que medem poucos centímetros. Mas o satélite UARS é do tamanho de um ônibus e pesa 5,5 toneladas. Normalmente, quando o lixo espacial reentra na atmosfera, o atrito com o ar é suficiente para incinerar tudo. Só que, desta vez, os técnicos da Nasa não tem certeza sobre o destino do satélite de pesquisas que está caindo. Eles não sabem nem se ele vai se desintegrar por completo e nem o lugar exato onde os possíveis pedaços poderão cair na Terra. Os técnicos acreditam que partes com até 150kg de metal possam resistir à reentrada na atmosfera. Os destroços podem cair em uma faixa extensa do planeta , que inclui a América do Sul. Mas, pelo menos, a estatística está a favor de quem espera pela queda no planeta Terra. As estações espaciais Skylab, em 1979, e a Mir, em 2001, muito maiores, despencaram longe de áreas habitadas. E a Nasa calcula que a probabilidade de um pedaço da UARS atingir alguém é de uma para 3,2 mil. fonte: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2011/09/satelite-desativado-vai-cair-na-terra-na-proxima-semana.html
Escrito por sekminato às 08h53
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
As alíquotas do IPI para carros importados que não estão nos estoques vão subir e podem chegar a até 55%. Para não pagar imposto maior o veículo precisa ter, pelo menos, 65% das peças fabricadas no Brasil.> O aumento do imposto para carros importados anunciado na última quinta-feira (15) já é sentido no mercado. As revendedoras não sabem até quando vão conseguir segurar os preços. O sonho de comprar um carro importado a preço baixo parece cada vez mais distante. “Nesse fim de semana os preços antigos continuam, na segunda não sabemos”, afirma o supervisor de vendas Allan Cavallari Alvisi. O administrador de empresas Vinicius Eduardo está indeciso: pensava em comprar um modelo francês ou espanhol, mas agora que os preços desses carros podem subir entre 25% e 28%, ele já pensa em comprar um carro fabricado no Brasil. “Mas tudo depende da proposta. Acho que os importados também vão brigar de igual”, acredita Vinicius. Com o decreto, as alíquotas do IPI para carros importados que não estão nos estoques vão subir e podem chegar a até 55%. Para não pagar imposto maior o veículo precisa ter, pelo menos, 65% das peças fabricadas no Brasil. As mais afetadas pelo aumento do IPI serão as montadoras que não têm fábricas no Brasil, como as chinesas e as sul-coreanas, além dos carros de luxo. Nos carros até mil cilindradas, a alíquota passou de 7% para 37%. E com isso, o carro chinês que hoje custa R$ 23.990, pode saltar para R$ 30.707. Em agosto, quase 7% dos carros vendidos no Brasil eram importados de fora do Mercosul e do México, parceiros com os quais temos acordo automotivo. Por causa disso, o governo decidiu colocar um freio nos importados. Em uma concessionária, que só trabalha com importados, as medidas preocupam os vendedores. Isso porque muitos clientes programaram a compra do carro para o fim do mês e a loja diz que, até lá, não tem como garantir que o preço não vai mudar. “Bastante gente procurando, querendo segurar realmente o carro no preço anterior. Muitas unidades já geraram o estoque, muitos tipos de carros”, explica o gerente da concessionária Ricardo Almeida. A entidade que representa as importadoras de veículos informou que há estoques para 25 dias e que, no caso dos carros que foram comprados pelas concessionárias antes do anúncio da nova alíquota de IPI, não deve haver repasse. “Eu queria lembrá-los que a importação de veículos é o caminho de entrada em qualquer país natural. Você começa importando e depois tendo um bom público você monta a fábrica”, diz José Luiz Gandini, presidente da Abeiva. Para o representante dos fabricantes de carro no Brasil, a medida é boa para quem já tem fábrica no país. “O importante é que isso fortalece a indústria nacional como um todo, fortalece todo o setor de autopeças, fortalece a produção nacional e isso vem automaticamente gerar renda, gerar maior escala de produção, gerar competitividade para o setor”, aponta Cledorvino Belini, presidente da Anfavea. fonte: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2011/09/aumento-no-imposto-ja-afeta-venda-de-importados-nas-concessionarias.html
Escrito por sekminato às 08h40
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Os vazamentos nas redes de distribuição aparecem em vários lugares e formam um rombo no sistema. Os principais motivos são: redes muito antigas, falhas de manutenção e ineficiência no gerenciamento do sistema.> Um relatório do Ministério das Cidades mostra que o Brasil desperdiça 41% da água tratada. O repórter Paulo Renato Soares mostra as causas desse desperdício. Parece uma fonte natural, mas é o cano da companhia de abastecimento que furou, e não foi nesta sexta. “Muito tempo que isso está furado”, conta um homem. “Enquanto na rua vai direto para fora, dentro de casa nós não temos uma gota d’água”, diz uma mulher. No meio da rua, na calçada; de norte a sul do país. Juntos, os vazamentos nas redes de distribuição que aparecem em vários lugares formam um rombo no sistema. Segundo relatório do Ministério das Cidades, em média, de cada 100 litros de água que saem das companhias de abastecimento no Brasil, 41 são desperdiçados. Bem acima de índices de países como Estados Unidos, que é de 12 litros, e França, de apenas 9 litros. O prejuízo passa de R$ 4 bilhões por ano. Os principais motivos são: redes muito antigas, falhas de manutenção e ineficiência no gerenciamento do sistema. A água tratada e limpa que vai pelo ralo tem um preço. Mas não são as empresas de abastecimento que pagam. O custo do desperdício termina na conta do consumidor. De acordo com o relatório, por causa da falta de fiscalização sobre ligações clandestinas, defeitos nos hidrômetros e erros de leitura, as companhias têm dificuldades de cobrar por toda a água que fornecem. No estado do Rio, na região abastecida pela empresa Cedae, de cada 100 litros, 54 se perdem. E no Amazonas, na rede da Cosama, que atende cidades do interior do estado, as perdas são de 79 litros. O Ministério das Cidades estima que, sem esses problemas, as contas poderiam ser até 14% mais baratas. “Temos que antecipar políticas públicas fortes. Precisamos de regras, quer dizer, o controle da sociedade percebendo que o serviço pelo qual ela paga é mal prestado. E exigir, não só do prestador, mas também das autoridades, regras e controles para que o serviço seja bem prestado”, explica o professor da Coppe/URFJ Paulo Canedo. A Cedae informou que o relatório não leva em consideração o fornecimento gratuito de água a comunidades pobres do Rio, nem as ligações clandestinas. A Cosama, do Amazonas, afirmou que não há hidrômetros nas residências atendidas pela empresa e que o desperdício ocorre dentro da casa do consumidor. fonte: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2011/09/falhas-no-abastecimento-provocam-desperdicio-de-quase-metade-da-agua-tratada.html
Escrito por sekminato às 08h40
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Treze jovens que trabalham com supermercados vestiram luvas para perder o tato, óculos para enxergar menos e faixas para sentir o que é uma artrite.> Trabalhadores do setor de supermercados tiveram nesta quarta-feira (14) em São Paulo uma experiência que provavelmente não vão esquecer nunca mais. Hoje não são os velhinhos que reclamam. “Estou sentindo como se estivesse carregando alguma coisa, me arrastando”, conta Priscila. “Está tudo embaçado”, relata Natália. Marcelo perdeu a sensibilidade nas mãos. “Fica formigando”, diz. Treze jovens que trabalham com supermercados se submeteram a um treinamento novo no Brasil. Vestiram luvas para perder o tato, óculos para enxergar menos, faixas para sentir o que é uma artrite e até botaram milho nos sapatos para saber como é difícil ser idoso em um supermercado. Esse tipo de treinamento surgiu nos Estados Unidos quando grandes hospitais geriátricos perceberam que seus funcionários e principalmente enfermeiros tinham que se colocar na pele dos idosos para melhorar o atendimento a eles. Isso foi nos anos 1980, quando acontecia por lá um fenômeno que agora acontece no Brasil. Nos últimos anos a parcela de idosos saltou de 7,3% da população brasileira para 10,8%. Se as projeções se confirmarem, em 2030 esse percentual passa de 18%. E se vão consumir cada vez mais, os supermercados têm que mudar. “Piso antiderrapante, uma iluminação melhor para leitura, carrinhos com banquinhos para pessoa poder descansar”, lista Camila Bergman, responsável pelo projeto. Também ajudaria se os produtos não ficassem tão lá embaixo. Se bem que a aposentada Teresa Martins tem uma técnica especial que dá um baile nos supermercados. “Eu me abaixo como deve, eu dobro os joelhos. Para isso faço ginástica para a terceira idade, porque eu já estou na quarta”, brinca. fonte: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2011/09/treinamento-simula-em-jovens-sensacao-de-ser-da-terceira-idade.html
Escrito por sekminato às 08h39
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Que país é este que junta milhões numa marcha gay, outros milhões numa marcha evangélica, muitas centenas numa marcha a favor da maconha, mas que não se mobiliza contra a corrupção? (07/07/2011 Juan Arias, correspondente no Brasil do Jornal espanhol El País)
Escrito por sekminato às 08h38
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
Durante dois dias, 50 médicos de sete estados e do Distrito Federal conheceram algumas técnicas recomendadas pela Fifa.> Durante a Copa, a torcida é para que os médicos não entrem em campo, mas se for preciso profissionais de vários estados já estão treinando. O treinamento é feito com um especialista mandado pela Fifa. As aulas incluem simulações de atendimento de emergência em um gramado de verdade. Os médicos se surpreenderam com algumas procedimentos. O curso foi dado por Efraim Kramer um especialista em emergências que coordenou os trabalhos na última Copa do Mundo, na África do Sul. Durante dois dias, 50 médicos de sete estados e do Distrito Federal conheceram algumas técnicas recomendadas pela Fifa. “A idéia é que a gente crie profissionais médicos com a capacidade para entender e atender as emergências que podem acontecer dentro do campo e dentro do estádio durante uma partida de futebol”, disse André Pedrinelli, diretor do Centro Médico de Excelência da Fifa. Os médicos que participaram do curso são acostumados a enfrentar emergências variadas nos hospitais em que trabalham. Mas, apesar de toda a experiência, eles aprenderam outras técnicas para lidar com situações extremas dentro de um estádio de futebol. Uma parte do curso foi direcionada ao atendimento a jogadores com paradas cardíacas. Os profissionais foram surpreendidos com a recomendação de que a regulagem do aparelho deve ser diferente da usada atualmente nos estádios do país. Hoje os desfibriladores vêm ajustados de fábrica para pacientes que não são atletas. As cargas do aparelho oscilam entre 90 e 120 joules. Para casos envolvendo jogadores, o especialista da Fifa recomendou que o aparelho fosse ajustado em uma potencia bem maior, de 270 joules. “Ele orientou que o atleta tem uma área cardíaca maior e a gente tem de tentar entrar com a dose máxima, que seriam 270 joules”, lembrou o médico do Brasiliense, Fabiano Dutra. “Eu acho uma orientação prática, porque o momento de recuperação do atleta é um momento muito especifico. Você tem pouco tempo para reabilitar aquele atleta em uma situação de risco”, acrescentou o médico Vagner Nogueira. As atividades não ficaram apenas dentro das salas do Hospital das Clínicas. No Parque São Jorge, na sede do clube do Corinthians, os médicos também fizeram uma aula prática de remoções. Houve simulação de atendimentos no gramado e nas arquibancadas. O especialista da Fifa explicou que o treinamento deve ser repetido várias vezes para que as pessoas não cometam erros no momento de necessidade. Ele disse também que ficou encantado com a disposição e energia dos médicos brasileiros. Quando perguntado quem achava que deveria ganhar a Copa, o especialista da Fifa não vacilou: “Os torcedores, porque a Copa vai ser um espetáculo fantástico”. Até 2014, outros treinamentos vão ser realizados nas cidades-sede. Os médicos que participaram do curso em São Paulo não têm a garantia de que serão escalados para trabalhar na Copa, mas poderão ensinar nos outros estados o que aprenderam fonte: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2011/09/medicos-sao-treinados-pela-fifa-para-lidar-com-emergencias-em-estadios.html
Escrito por sekminato às 09h46
[ ]
[ envie esta mensagem ]
[ link ]
|
 |
| [ página principal ] [ ver mensagens anteriores ] |
|
 |


|
 |